Da Zona Oeste para o "Rio Shore", Viih Buh conta sua experiência no reality

A influenciadora carioca de 22 anos se jogou no programa com toda sua intensidade

O céu é o limite para Vitória Araújo que adora usar as redes para contar sua história.
O céu é o limite para Vitória Araújo que adora usar as redes para contar sua história. - Divulgação/Guto Brown

por Caroline Ferreira
Publicado em 07/10/2021 às 12:30
Atualizado às 12:30

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O "Rio Shore", considerado o reality show mais polêmico da TV, fez sua estreia há uma semana na MTV e, ao mesmo tempo, disponibilizou os dois primeiros episódios aos assinantes do Paramount+.

No maior sucesso, a produção apostou em dez jovens cariocas e fluminenses com uma super missão: curtir ao máximo uma experiência única, durante 32 dias, bebida liberada e, é claro, câmeras 24 horas.

Com muita pegação, o programa não demorou para cair no gosto do público e vem bombando nas redes sociais! Pensando nisso, o Famosos e Celebridades aproveitou para conversar com Viih Buh, de 22 anos. A modelo e influenciadora digital é uma das participantes do elenco mega alto astral.

Para ela, a regra é uma só: levar toda a intensidade que vive aqui fora para dentro da casa. "Costumo dizer que se eu não estiver curtindo, não estou vivendo", conta.

Viih Buh
Crédito: Divulgação/Guto Brown

Confira abaixo o bate papo exclusivo: 

FC: Diferentemente de outros realities de "pegação", o Rio Shore se apega ao conceito de criar uma família, correto? O que foi mais difícil ao longo desse "confinamento"?

VB: Corretíssimo. O mais difícil para mim foi aprender a lidar com nove pessoas completamente diferentes. Foi desafiador. Cada um tinha seus jeitos e manias, então precisamos o tempo todo nos adaptar uns aos outros. Lá é muito intenso, essa sensação de família e cumplicidade acontece mesmo. Sou uma pessoa teimosa, mas por precisar conviver com essas personalidades distintas, precisei me adaptar. Entrei uma pessoa e sai outra, aprendi muito com toda a galera.

FC: Mais do que viver e curtir a experiência única, o que o "Rio Shore" traz de positivo para você?

VB: Todas as nossas vivências lá, por melhores ou piores que fossem, nos ensinaram alguma coisa. A gente se completava e aprendia muito um com o outro. Essas nossas diferenças fizeram com que cada um tivesse o que ensinar e aprender. Isso é o que mais levo de toda experiência.

FC: Em algum momento ficou receosa com a grande exposição que o reality traria para a sua vida?

VB: Eu nem sequer pensei nisso, sendo sincera. Quando surgiu a oportunidade, eu me joguei de cabeça, simplesmente queria viver aquilo. Lá, eu me desprendi de diversos bloqueios que tinha em relação ao corpo e ao sexo. Foi libertador estar com diversas pessoas em uma casa, compartilhando intimidades, vivendo tão intensamente e compartilhando das experiências mais loucas. Fiquei confortável e à vontade o tempo todo, essa naturalização de tabus foi uma chave essencial na minha vida.

FB: Como foi a reação da sua família ao contar sobre o programa?

VB: No início, contei apenas para os meus pais. Minha mãe ficou feliz e receosa quando contei a proposta do reality, mas comemorou pela oportunidade e me deu total apoio. Já meu pai foi mais difícil de entender [risos], mas me apoiou da mesma forma e quando comentam com ele, fica contente também.

FB: Após as gravações, os vínculos criados continuam aqui do lado de fora? O que mais te marcou?

VB: Sim, realmente nos tornamos uma família e criamos uma irmandade e cuidados absurdos. Sempre que possível, nos reunimos. Algumas pessoas não são tão presentes, mas cada um tem os seus motivos e faz parte. Mas a grande maioria mantém esse contato bastante próximo. O que mais me marcou foi exatamente isso, a forma como esse grupo que não se conhecia conseguiu criar esse laço em um tempo tão curto. É surreal.

FB: Quem é a Vitória longe das câmeras?

VB: A mesma pessoa que vocês vão ver lá dentro, comigo não tem essa. Vocês vão ver da Vitória mais intensa e louca até a mais calma. Com certeza no programa dá para acompanhar todos os meus extremos, me conhecer por inteira.

FC: Por fim, quais são os próximos passos que podemos esperar da Viih?

VB: Como já dizia Sócrates, “só sei que nada sei”.

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