João Rock 2022: Pitty, Nando Reis, Emicida e mais destaques

O festival bateu recorde histórico ao receber mais de 70 mil pessoas neste sábado, 11

Apresentações de Pitty, Nando Reis, Emicida, Céu e Criolo se destacaram na 19ª edição do João Rock.
Apresentações de Pitty, Nando Reis, Emicida, Céu e Criolo se destacaram na 19ª edição do João Rock. - Crédito: Instagram/@festivaljoaorock

por Caroline Ferreira
Publicado em 13/06/2022 às 10:30
Atualizado às 10:30

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Ribeirão Preto foi tomada pela 19ª edição do João Rock neste sábado, 11. O festival, considerado o maior do país no quesito rock nacional, bateu recorde histórico ao receber mais de 70 mil pessoas. 

Foram 26 atrações simultâneas divididas em três palcos: João Rock, Fortalecendo A Cena e Brasil - Edição Rio de Janeiro, ao longo de mais de 13 horas de evento.

O line-up apresentou uma programação com rock nacional e seus subgêneros, sempre reforçando a qualidade da indústria musical brasileira. Djonga, Pitty, Nando Reis, CPM22, Emicida, Céu e Criolo se destacaram em suas apresentações elevando ainda mais a energia da plateia que, como já era de se esperar, demonstrou o quanto vive um momento de alto consumo cultural. 

Abaixo, os Famosos e Celebridades separou alguns destaques do evento:

CPM22

De fato, o CPM22 celebrou a vida e os anos 2000 no palco em um show repleto de hits icônicos, nostálgicos, incluindo covers, viu?

A banda paulista, liderada por Badauí, trouxe o rock memorável e claro, os fãs responderam todas as expectatividas à altura.Entre os destaques da noite, estava a canção "Um Minuto Para o Fim do Mundo", com coro do público e o cover de "Por Enquanto". 

Djonga 

O rapper fez uma apresentação regada de manifestações políticas e protestos contra o atual presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Além disso, o cantor pediu por "fogo nos racistas" e desceu do palco para uma "roda punk" que viralizou nas redes socias. 

No setlist, sucessos como "Procuro Alguém" e "Hat-Trick" embalaram o público que cantou fortemente cada trecho das canções. "Foi muito bom. Ficamos dois anos ou mais, longe dos palcos, longe dessa energia que trocamos com as pessoas de verdade e poder hoje compactuar com essa moçada maravilhosa, que se empenhou, que se entregou, é muito f*da, muito importante para mim, para minha família, para quem anda comigo nessa caminhada. Foi massa", comentou o artista durante a coletiva.

Pitty e Nando Reis em um dueto histórico

Se tem algo que os dois trouxeram para quem acompanhou o João Rock foi a união de gerações. Para os fãs, representou um encontro mágico e totalmente inexplicável. O setlist foi iniciado com chave de ouro ao som de "Admirável Chip Novo", de Pitty. Na sequência, "Do Seu Lado" trouxe a maior resposta enérgica para o palco. 

"Tem pessoas que vão no meu show e que não tinham nascido quando eu lancei certo disco e isso é uma prova não só daquilo que acontece, mas do que eu creio. A música é atemporal", contou o cantor. 

O show político de Emicida, Céu e Criolo

Encerrando com chave de ouro, o trio fez a primeiro amostra do espetáculo "Amor, Ordem e Progresso", dividida em três atos. No início, eles apostam em "Divino Maravilhoso", em uma homenagem para Wilson Simonal.

Clássicos como "Convoque Seu Buda", de Criolo, também entraram em cena. Céu também homenageou Gal Costa com "Vapor Barato", enquanto Emicida fazia questão de exaltar o evento: "Você não precisa de gringo para fazer um festival f*da".

Além de alusões e simbolismos, os artistas apostam em um regaste na história brasileira, questões raciais e contextos sociais.

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