3 motivos para você assistir "A Filha Perdida"

Produção chegou ao catálogo da Netflix no dia 31 de dezembro e vem ganhando muito destaque

Estrelado por Olivia Colman, a produção é uma adaptação do livro homônimo de Elena Ferrante.
Estrelado por Olivia Colman, a produção é uma adaptação do livro homônimo de Elena Ferrante. - Crédito: Divulgação/Netflix

por Caroline Ferreira
Publicado em 15/01/2022 às 10:00
Atualizado às 10:00

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Desde o lançamento no dia 31 de dezembro de 2021, "A Filha Perdida" vem ocupando um lugar de destaque entre os filmes de lingua inglesa mais assistidos da Netflix.

No ranking geral, divulgado pelo próprio serviço de streaming, o longa só fica atrás do aclamadíssimo "Não Olhe Para Cima" e "Mãe x Asdroides", que acaba de chegar na plataforma. 

Veja o trailer oficial:

Abaixo, separamos alguns 3 motivos para você assistir ao longa. Confira!

A história

Estrelado por Olivia Colman, a produção é uma adaptação do livro homônimo de Elena Ferrante, lançado lá em 2006. Nas redes sociais, o filme tem dado o que falar, já que a história acompanha as férias de uma professora universitária de 48 anos que faz uma visita ao passado quando uma jovem mãe (Nina) e sua filha (Elena) que estão hospedada por perto, trazem antigas lembranças.

Elenco de peso

Mais do que o enredo, o filme marca a estreia da atriz Maggie Gyllenhaal que esteve à frente da direção e do roteiro. "Eu aproveitei a liberdade que Ferrante me deu e mudei muita, muita coisa, mas acredito sinceramente que o roteiro e o filme tenham um diálogo forte com o livro", disse em entrevista ao The New York Times.

A atriz Jessy Buckley entra em cena dando um show de atuação. Dakota Jaohnson, Peter Sarsgaard, Ed Harris, Paul Mescal, Oliver Jackson-Cohen e Jack Farthing também integram o time.

Reflexões poderosas

A trama, como já citamos aqui, gira em torno da maternidade (de forma não romantizada) e todas as complexidades que essa fase representa. É, literalmente, tocar na ferida, sabe? Deixando claro que a existência feminina não é, obrigatoriamente, relacionado a figura de se tornar mãe.

Outro ponto de destaque fica por conta do mito de que mulheres de meia-idade e divorciadas são solitárias, tristes e amarguradas! Nada disso. Leda mostra que é possível sim aproveitar a vida sendo a sua melhor e própria companhia.

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